segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Capitulo II

Capitulo II
(CAMELIAS DE SANGUE)


“Devo restaurar o equilíbrio”... “E “uma vez o feito, hei de punir aquele que difamou meu nome, esquecendo quem é o verdadeiro guardião da palavra” morte”.
[Alexiel Tenshi]




_ Sempai?
-A serva olhava para o chão em respeito ao ser que a protegia, entrando na sala que não percebeu o golpe quando este lhe chegou ao rosto.
Sendo arremessada para longe Camélia se perguntava o que aconteceu para que Alexiel-sama batesse nela.
-Por que Alexiel-Sama? O que eu fiz?- menina pergunta olhando o chão acariciando a face.
Olhando-o friamente, o ser que tinha a face coberta por um manto negro com bordas de ouro, e longos cabelos vermelhos da cor sangue ergue o tom de voz imperativo sobre a criança assustando-a.
-Camélia, responda-me? Qual é seu trabalho?
-Guardar a foice, guardar a fortaleza, e principalmente guardar as almas mestre. -ela respondeu em um fio de voz..
-pois bem... Então me diga camélia, por que uma de minhas ovelhas escapou?-o ser perguntou sua voz era calma e venenosa quase como o de uma serpente.
-Mestre... -não pode terminar a morte arremessou-a contra almas que ali estavam.
-e sabe quem foi? Em Camélia?-o ser pergunta se aproximando.
_DEMONIOS CARMELIA!  COMO OUSA DEIXAR QUE DEMÔNIOS MEDÍOCRES INVADAM A DIMENSÃO E ROUBEM UMA DE MINHAS ALMAS, QUEBRANDO O EQUILIBRIO ENTRE NASCER E O MORRER?
_ Mestre? Assustada dava um passo para traz sem entender o que Alexiel-Sama queria dizer...
Aproximava-se irado da jovem garota dando-lhe um rápido golpe a jogando longe novamente.
 _ UMA ALMA VOLTOU A VIDA E ESTAS PRESENTE NO MUNDO DOS HOMENS. -Alexiel diz respirando fundo procurando acalmar-se. - o equilíbrio foi danificado, e tudo por causa de um demônio medíocre que mal saiu das fraudas e quer brincar de Deus! E para ajudar ainda tem a lesada da minha serva que não presta nem para vigiar almas!-termina de dizer cruzando a distância entre si e a menina.
_ Perdão Alexiel-Sama! Perdão! Puna-me! Retire minha própria vida se for da sua vontade!-ela diz-se jogando aos pés da morte.
Levantava-se sem dar-lhe atenção e seguia rumo às novas almas que teria que guiar.
_São essas?-Alexiel pergunta virando-se para a criança.
 _ sim Alexiel-Sama. -ela responde.
_Hunm...

21/03, 21/03 às três horas, 22/03 acidente de moto, 23/04 pneumonia, 24/05... Hunm... Então foi está que se desgarrou...  
Afastava-se da beira do lago este com seus olhos em vermelho vivo brilhando seu manto preto em volto a suas negras asas prontas para punir aqueles que ousarem desafiar o nome sustentado por ela Alexiel Tenshi, ou A MORTE!...
Dirigindo-se a sua carruagem celestial indo rumo ao mundo humano já com um olhar severo e irritado, coisa difícil de ver uma vez que a mesma não demonstrava sentimentos...
“Quem ousa enganar a morte. Como a de se atrever a burlar as minhas leis?”
Sentada ao lado dela Camélia a via resmungar de longe encolhida temendo a sua ira. Com um ar de raiva escondido entre sua face angelical e inocente camélia fica a dizer a si mesma... “Mestra. Eu hei de me vingar por você!”

“A vida existe para seguir seu curso. Nasci para controlar os destinos dos vivos. Cabe a mim e somente a mim a decisão de quando e aonde se chegara o fim! Por isso sempre serei eu a portadora de todo o equilíbrio!”

_ pobre alma... “Esperes que estou a caminho”

Capitulo I - (segunda parte)

Capitulo I - "segunda parte."
(causa e conseqüências )






         _ natsu-sama! Natsu-sama!

_ oblisk? O que fazes no mundo mortal?

_ seu pacto. O que deu em você? Sabes que não esta em ativa. E ainda... Da forma que o fez... O que pretendes?-a voz do demônio agora com aparência humana, era de medo e alerta.

_ o que se faz um deus? E o que se faz um homem? E no que os dois pontos se unem?

_ natsu-sama? Você pretende...

_ eu decido o meu caminho oblisk, somente eu serei o responsável pelos pecados dele.

_ natsu-sama, e o barqueiro? Sabes que ele não deixara passar! Pode iludir céu e até mesmo o inferno, porem nada escapa aos olhos da morte!
Olhava-o serio deixando esvair um pouco de ira fazendo oblisk correr e se esconder na escada.
_ ousa me comparar a ele? Irado lançava um pequeno lampejo de fúria fazendo se decepa a escada.
_ perdão, perdão! Não me mate! Não me mate!
_ verme eu não vou matá-lo. Porem diga-me oblisk. “Você teme a morte?”
_ há tempos não o vemos mais... 
_ OBLISK! RESPONDA!  Você teme a morte?
_ natsu-sama… ele não é alguém a quem não se tema. Seu nome vem desde os inícios dos tempos. E suas ações ultrapassam as fronteiras do inferno e céu!
_ OBLISK!!! VC TEME A MORTE? Irritado retirando sua tão temida espada Redenção de seu braço...
_ natsu-sama...
_ me diga oblisk.
_ sim meu senhor! Até mesmo demônios temem o pavor da morte!
_ entendo. Porem... Medo, desespero, carinho. Desconheço tais sentimentos. Do pavor se nascem as lendas. E o ego é a maior das forças! Para um demônio o pior inferno é o paraíso. E para um anjo sem causa como eu, temer não é um privilegio que ostento.
_ Natsu-sama... É normal sentir medo.
_ então morreras 1000 vezes oblisk até entender que “simplesmente a morte é apenas um obstáculo a mais para a divindade.”.
_ Natsu-sama por que você se interferiu naquele contrato? Sabes que crianças não são bem vindas no inferno e que não se pode voltar após ter quebrado as regras.
_ oblisk. Não viveu o bastante no inferno para perceber?
_ o que natsu-sama?
_ rsrs. A pior das torturas é meramente a “solidão”

_ mestre... Engolia o choro sussurrando. “Sabes que ele vira atrás do garoto e consequentemente de você também”. O que ira ganhar com tudo isso?
_ oblisk. Simplesmente não se pode tomar o céu ou o inferno, sem abraçar a morte antes.

sábado, 24 de setembro de 2011

Sellos. - Capitulo 1


Capitulo i
(O desejo escondido)

Do pavor se nascem as lendas. E o ego é sempre será a maior das forças!
(Nakatsu Kiray)

Brasil – tempos atuais.




             _ oh meu deus do céu. Por que me ignoras e se esqueces de mim?
Atenda essa pobre alma... Por favor, meu pai... hum?

_ creio que ele não ira atender tal pedido. - uma voz soou da escuridão, aproximando-se até a luz do quarto ele fita a criança ajoelhada no chão.

_ quem é você?-o menino pergunta entre assustado, e curioso.

-Natsuki Kiray...–a voz era firme e seu tom baixo quase rouco, penetrava na alma da criança, arrepiando-a. - Natsuki kiray, vim atender suas preces.

O menino se levantava rapidamente da cama sorridente percorrendo seu quarto até próximo à porta aonde o demônio se encostava à parede com as pernas cruzadas o abraçando agradecendo.
-Obrigado senhor Natsuki! Obrigado por vir enxugar minhas lagrimas. -ele dizia agarrado ao sobretudo de feixes prateados de Natsuki.
O demônio se espantava porem sorria ironicamente perguntando...
_ tens certezas de que ela vale tanto assim? 
_ traga-a, por favor! Traga! Ela é tudo que peço.
O demônio sorria insistindo novamente.
_ ela vale tanto assim? Mesmo te batendo, deixando-o passar fome, maltratando... Ainda a queres?
O menino deixava cair uma lagrima e se gesticulava...
               _ mas senhor... Mas... Mas...
_ ela é minha mãe! Sei que ela só o fazia pelas dificuldades que tínhamos!
“Eu sei que não vivemos dias felizes mais”... Precisamos dela aqui!
_ por favor, senhor natsu. Por favor, a devolva a mim!
Natsu ouvindo tal apelo sorri gentilmente. “Hunm...” acho que é assim no final das contas, humanos... demônios... entendo um pouco mais seus sentimentos agora.
_ este certo jovem menino! Terás seu sofrimento novamente...

O jovem demônio acariciava a cabeça do menino enquanto rasgava sua mão lhe desenhando seu emblema demoníaco no braço esquerdo supurando. Estarei sempre próximo a seu coração jovem garoto! “Agora ele me pertence”. 
O demônio seria supurava...
“Alma que atormentada estais, farei minha a sua angustia e assim da minha vontade lhe atenderei seu humilde pedido”.
Fechando os olhos colocava a sua mão esquerda no peito do menino e ao retirara trazia para si metade da alma do mesmo. Gesticulando...
_ esse será um pacto de retratação. Dar-te-ei por vida 50 anos para que curtas seu pedido.
Após esse período também... Terás que me dar o resto de sua vida. E por toda a eternidade pertencerá a mim! Viveras como parte de minha alma e assim serás livre das angustias de vida.
_ sim natsu!
O demônio se seguia às sombras lhe alertando...
_ garoto! Não se esqueça que agora sua alma é minha! Cuide bem dela. E se algo lhe ferir basta chamar meu nome... Que virei a seu chamado!

O demônio se perdia nas sombras desaparecendo lentamente na escuridão. O menino via uma voz bem calma e familiar o chamando... 
_ essa voz... Mãe!
Corria feliz ao seu encontro.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Sellos. - Prologo. (A Missão)

 “Simplesmente a morte é apenas um obstáculo a mais para a divindade.”.
(Nakatsu Kiray) 




Século XIII – Inferno












               Sentado novamente nos jardins da segunda prisão do primeiro vale, Natsuki Kiray bebe seu cálice de vinho quando ouve ressoar seu nome.
_Natsu-sama! Natsu-sama!-uma voz fina e irritante gritava.
_O que queres Oblisk?_ Seu tom era curto e grosso, mal tinha paciência para aquele demônio classe d que ousava lhe dar conselhos.
_Me perdoe Mestre Natsu _ O demônio suava tamanho medo que sentia, seu mestre detestava ser interrompido ainda mais durante o tempo em que relaxava diante de sua taça de sangue.
_Hunm... -Levantando a taça até sua visão ele abre uma espécie de sorriso sarcástico e levando a mesma aos lábios bebeu o restante do conteúdo que lá havia, porém ao ouvir a voz irritante de seu subordinado ele aperta os lábios com raiva, e em um rompante de fúria e impaciência vareja a taça para longe está batendo na parede e se estilhaçando, Oblisk já estava assustado quase desmaiou ao ver aquilo.
Se ajoelhando prestado reverencia implorando por seu perdão.
Passando pelo demônio sem lhe prestar atenção Natsu abre suas longas asas da cor do sangue e caminhando em direção ao penhasco que separava sua moradia da fortaleza infernal que pertencia ao seu mestre. Um lugar que se resumia a apenas a sofrimento e fogo incrivelmente negro e tenebroso com arvores já mortas fumaça de enxofre banhava o local a grande fortaleza negra de pedras úmidas erguia-se onipotente e soberana naquele lugar. Descendo diante da ponte ele guarda suas asas vermelhas e caminha em direção a entrada do lugar, uma porta gigantesca totalmente de bronze negro onde almas amaldiçoadas puxavam pesadas correntes para que esta se abrisse.
Ao entrar ele caminha soberano e denotando um grande respeito que seu cargo impunha, enfim as almas se encolhiam diante de sua passagem muitas delas ele mesmo trouxera para aquele lugar.

O salão era um lugar coberto de veludo negro, com estatuas grandes de gárgulas e outras imagens que assustariam humanos, porém aquele lugar era justamente para impor medo e sofrimento aos mortais. Ao chegar lá diante do trono onde se encontrava “Seu Mestre” ele se curva e ajoelha-se.
            _ mestre, o que queres?
O jovem sorria ironicamente se esforçando para se manter ajoelhado contendo forçadamente seu orgulho ouvindo o que o outro haveria de dizer...
_ Natsu...! Vejo que seu nível de contratos está em níveis impressionantes.
_obrigado mestre! Mas não foi por isso que me trouxeste aqui foi?
_não! Desejo que me tragas a alma do falso deus!
“Então os rumores estavam certos...”.
_mestre... O que desejas que eu faça?
_ desejo que se infiltre na terra, descubra seu paradeiro, o conquiste para o nosso lado.
_ele é tão forte assim?
_ o que esperas de um ser que nascido como homem pode usurpar o poder de um deus?
_ entendo...
_ o outro lado já sabe?
_provavelmente! Cuidado, pois já devem estar a nossa frente. E conhecendo-os como nos os conhecemos devem ter enviado seu melhor soldado!
_ ele?
_provavelmente!
_ Hunm... Será divertido!

Erguia-se lhe virando de costas arrogantemente partindo sem olhar para traz com uma face mais que sombria, andando lentamente pela primeira vez cruzando com seus pés e não suas asas todo o inferno na sua forma semi-humana.
Caminhava como sempre ao lado seu servo oblisk quando já quase saindo do portal do arrependimento natsu ouve o ressoar de passos...
_ o que deseja inseto?
_ oh! O jovem ficou arrogante agora que esta nessa forma humana. Esqueceu-se que estamos mesmo nível?
Natsu ria ironicamente abrindo sua mão esquerda contando... Um... Dois... Três.
Fechava e abria seus olhos por um segundo e se encontrava de frete ao ímpeto demônio com sua mão no peito do mesmo o olhando nos olhos...
Retirava sua mão lentamente trazendo com ela o coração do mesmo dizendo...
“Levarei comigo seu coração irmão”! Será a lembrança de tão insignificante vida! Que ousou me chamar de igual!
Voltava a caminhar lentamente enquanto o corpo do outro caia densamente ao chão!
_ Natsu-sama!
O jovem natsu olhava lateralmente para traz vendo a imagem de oblisk que lhe dizia...
_ o que o senhor fez?
 Rindo o mesmo segue seu caminho exclamando...
_ não existe santos no Inferno oblisk.
O mesmo via natsu atravessar as escadarias dando ao porão do castelo de Durlok. Portal para o reino do inferno. “Então é assim que se inicia sua jornada Natsuk-san”! Sorria o demônio todo animado!

Me apresentando...

-Sou Nakatsu Kuni Kiray. 
 Pelomenos é como me lembro que meus amigos chamavam por mim.
 Nasci em Londres Inglaterra. Local onde se teve origem a Minha historia.
 Não vou os dizer que o inferno é para todos. 
 Também não se iludam que é somente para os de bons corações;
 Saibam que a Própria Morte vieste bater a Minha porta.
 E com ela levou mais que a Mim ou a minha Alma.
 " Com ela também tomaste a Vida de meu Irmão!"


 Estarei Aqui postando os Selos pelo menos todas as quintas-feiras.
 Espero que gostem e se identifiquem com a minha Historia.
 Pois quando Se chega ao fim. é que descobrimos que tudo é um recomeço.