quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Sellos. - Prologo. (A Missão)

 “Simplesmente a morte é apenas um obstáculo a mais para a divindade.”.
(Nakatsu Kiray) 




Século XIII – Inferno












               Sentado novamente nos jardins da segunda prisão do primeiro vale, Natsuki Kiray bebe seu cálice de vinho quando ouve ressoar seu nome.
_Natsu-sama! Natsu-sama!-uma voz fina e irritante gritava.
_O que queres Oblisk?_ Seu tom era curto e grosso, mal tinha paciência para aquele demônio classe d que ousava lhe dar conselhos.
_Me perdoe Mestre Natsu _ O demônio suava tamanho medo que sentia, seu mestre detestava ser interrompido ainda mais durante o tempo em que relaxava diante de sua taça de sangue.
_Hunm... -Levantando a taça até sua visão ele abre uma espécie de sorriso sarcástico e levando a mesma aos lábios bebeu o restante do conteúdo que lá havia, porém ao ouvir a voz irritante de seu subordinado ele aperta os lábios com raiva, e em um rompante de fúria e impaciência vareja a taça para longe está batendo na parede e se estilhaçando, Oblisk já estava assustado quase desmaiou ao ver aquilo.
Se ajoelhando prestado reverencia implorando por seu perdão.
Passando pelo demônio sem lhe prestar atenção Natsu abre suas longas asas da cor do sangue e caminhando em direção ao penhasco que separava sua moradia da fortaleza infernal que pertencia ao seu mestre. Um lugar que se resumia a apenas a sofrimento e fogo incrivelmente negro e tenebroso com arvores já mortas fumaça de enxofre banhava o local a grande fortaleza negra de pedras úmidas erguia-se onipotente e soberana naquele lugar. Descendo diante da ponte ele guarda suas asas vermelhas e caminha em direção a entrada do lugar, uma porta gigantesca totalmente de bronze negro onde almas amaldiçoadas puxavam pesadas correntes para que esta se abrisse.
Ao entrar ele caminha soberano e denotando um grande respeito que seu cargo impunha, enfim as almas se encolhiam diante de sua passagem muitas delas ele mesmo trouxera para aquele lugar.

O salão era um lugar coberto de veludo negro, com estatuas grandes de gárgulas e outras imagens que assustariam humanos, porém aquele lugar era justamente para impor medo e sofrimento aos mortais. Ao chegar lá diante do trono onde se encontrava “Seu Mestre” ele se curva e ajoelha-se.
            _ mestre, o que queres?
O jovem sorria ironicamente se esforçando para se manter ajoelhado contendo forçadamente seu orgulho ouvindo o que o outro haveria de dizer...
_ Natsu...! Vejo que seu nível de contratos está em níveis impressionantes.
_obrigado mestre! Mas não foi por isso que me trouxeste aqui foi?
_não! Desejo que me tragas a alma do falso deus!
“Então os rumores estavam certos...”.
_mestre... O que desejas que eu faça?
_ desejo que se infiltre na terra, descubra seu paradeiro, o conquiste para o nosso lado.
_ele é tão forte assim?
_ o que esperas de um ser que nascido como homem pode usurpar o poder de um deus?
_ entendo...
_ o outro lado já sabe?
_provavelmente! Cuidado, pois já devem estar a nossa frente. E conhecendo-os como nos os conhecemos devem ter enviado seu melhor soldado!
_ ele?
_provavelmente!
_ Hunm... Será divertido!

Erguia-se lhe virando de costas arrogantemente partindo sem olhar para traz com uma face mais que sombria, andando lentamente pela primeira vez cruzando com seus pés e não suas asas todo o inferno na sua forma semi-humana.
Caminhava como sempre ao lado seu servo oblisk quando já quase saindo do portal do arrependimento natsu ouve o ressoar de passos...
_ o que deseja inseto?
_ oh! O jovem ficou arrogante agora que esta nessa forma humana. Esqueceu-se que estamos mesmo nível?
Natsu ria ironicamente abrindo sua mão esquerda contando... Um... Dois... Três.
Fechava e abria seus olhos por um segundo e se encontrava de frete ao ímpeto demônio com sua mão no peito do mesmo o olhando nos olhos...
Retirava sua mão lentamente trazendo com ela o coração do mesmo dizendo...
“Levarei comigo seu coração irmão”! Será a lembrança de tão insignificante vida! Que ousou me chamar de igual!
Voltava a caminhar lentamente enquanto o corpo do outro caia densamente ao chão!
_ Natsu-sama!
O jovem natsu olhava lateralmente para traz vendo a imagem de oblisk que lhe dizia...
_ o que o senhor fez?
 Rindo o mesmo segue seu caminho exclamando...
_ não existe santos no Inferno oblisk.
O mesmo via natsu atravessar as escadarias dando ao porão do castelo de Durlok. Portal para o reino do inferno. “Então é assim que se inicia sua jornada Natsuk-san”! Sorria o demônio todo animado!

2 comentários:

  1. Muito interessante... Creioq ue deva parabenizar o Escritor ou escritora ou quem sabe até os dois?

    auhsauhsuahsuh

    comos e eu não soubesse ne Papai Natsu? hehe

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  2. lol maninho muito bom
    eu vou passar para os meus colegas tbm

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