- venho escrever esse top para pedir disculpas a voces e me espricar o motivo para meu sumiço repentino.
que durante esse tempo estive meio atarefado escrevendo mais tres obras que em breve postarei para voces.
estas se tratam de " kuronaya " , " paraboras de borboletas" e "tardes de outono."
- espero realmente que me perdoem e que apreciem os proximos capitulos que irei postar pois como disculpas estarei adiantando ao maximo o livro " selos."
que esta entrando no que eu considero a parte mais marcante e reviradora de toda a historia.
-Desejo a todos voces boas festas e que tenham um otimo final de ano.
Bjs.
By. Nakatsu.
" ainda que nossos corpos padeção. que nossos sonhos vivam tempo bastante para se tornarem " eternos".
-E se eu te disser que demônios existem? -E se eu te disser que eles estão agora ao seu lado? " Sellos " -Chame pelo que quiser.Amor ,Odio, Desejo! Estamos atados pelos nossos sentimentos... A "MORTE" não é o único lado da moeda. A cada passo que der de agora em diante, que fique bem claro... "Sera o inicio ou fim... de sua existência" C. K. Guilleth
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Capitulo V " O SELO "
“A vida existe para seguir seu curso”. Nasci para controlar os destinos de todos vivos. Cabe a mim e somente a mim a decisão de quando e aonde se chegara o fim!
Por isso sempre serei eu a portadora de todo o equilíbrio!”“
(Alexiel no Tenshi)
“Camélia?”
Uma fria e calma voz reverberou pelo cenário morto da dimensão sombria, ser de longos e vermelhos cabelos, que lhe caiam soltos até a cintura, usando como veste apenas um manto negro com feches dourados, chamando por sua serviçal.
-Sim sempai?-responde uma linda menina que aos olhos humanos não devia ter mais que 11 anos, com longos cabelos brancos e olhar cinzento este meigos e frios fitando alexiel.
-Já lhe fez o que foi mandando?- A morte pergunta para sua foice.
-Já estou a caminho mestre. -a foice lhe responde.
-Tenha certeza da morte da criança, pois se não será de você que eles descontarão a falta de mais uma alma no submundo.
Engolindo em seco a menina assente e levanta suas mãos do alto cai uma gigantesca foice e está encaminha-se na direção da criança que não se mexia apenas apertava os punhos em revolta.
Com um sorriso meigo e frio em seus lábios, a menina se encaminha lentamente até ele sussurrando lentamente com sua voz angelical e doce.
-Hora de saber seu lugar mortal...
A mesma erguendo a grande foice, um tanto intrigada pela criança nada fazer ou agir, olhando-o com desconfiança ela para a foice no meio de caminho.
-O que foi? Não vai clamar pela sua vida?
Ela não segurou a pergunta que lhe escapou aos lábios.
Fazendo que não mordendo os lábios revoltada a criança olha para a serva da morte em dentes cerrados cospe a frase.
-E que Sentido ah de viver agora que me tiraram o que eu tinha? Vocês me tomaram não uma, e sim duas vezes minha única razão de existir... Que sentido ah em viver ou morrer, se nada terei a dividir com alguém.
Com um sorriso de frio e irônico ela levanta a foice mais ainda.
-Bem que assim seja.
Descendo a foice com tudo ela grita com sua face mudada agora esta estava transfigurada em êxtase pela morte da criança.
-Conheça o beijo de minha mestra! Morra impertinente mortal!
Ates que a foice chegasse nele a criança murmura.
-Perdão mãe não consegui o meu objetivo, porém espero que logo nos encontremos, no inferno. ou não...
Em um grito quando a foice desce nele cortando sua cabeça:
-NATSU-SAMA!
Brasil, São Paulo - Tempos Atuais.
Deitado na cama cochilando um rapaz alto de negros cabelos, é acordado pelo grito ouvido em sua cabeça.
“NATSU-SAMA”
-Hum... É realmente meu nome?entendo... então ele já buscou a criança...
Um demônio um tanto estranho vocês já devem saber de quem se trata ninha correndo pulando.
-Natsu-sama! Natsu-sama! Preciso lhe falar _ ele gritava atrás da porta do quarto._ O barqueiro Natsu-sama Ele esta vindo!
Com um sinal de sua mão a porta do quarto se escancara e como o demônio se apoiava nesta cai de cara no chão e se levanta massageando o nariz.
-ai...
-assim está melhor... Calado... ui nem assim é mais bonito...-disse o Demônio classe S implicando com ele.
-Natsu-sama não é tempo para isso...o que faremos? Sabe que é impossível se esconder do Barqueiro. E sabemos muito bem quem será o próximo.
Pegando o demônio pelo colarinho da camisa que este usava arremessa-o para cima da cama.
-Oblisk está tudo bem! Relaxa.
Chegando mais perto do pequeno demônio que ali estava, ele passava a mão na cabeça do mesmo e sorria.
-está tudo bem, não é mesmo Oblisk?
Sem graça e com medo o demônio olha submisso dizendo:
-É Lucas... Meu nome humano.
Com uma sobrancelha erguida natsu o encara.
-Tanto faz... -ainda sorrindo.
Se encolhendo, pois se seu mestre era temido de forma raivosa, sorrindo então este era mais assustador.
-sim mestre... meio sem jeito pois era a primeira vez que o falava seu nome mortal.
Ao chegarem na vila onde mãe e criança morava, eles tampam o nariz pelo cheiro forte de sangue que emanava dali.
A mãe tinha a face uma assustadora careta de quem morrera de susto, suas faces estavam torcidas em lamento.
Já a criança não teve fim melhor, esta jazia em uma poça de sangue sua cabeça longe do corpo.
-nossa que sujeira... Gostaria de saber se não teriam errado a profissão!
Olhando-o sem entender Oblisk pergunta por que Natsu-sama
- o mesmo olha sorrindo e diz que isso ta mais para serviço de açougueiro!
_ como pode fazer piadinhas? Isso parece um massacre mestre!
-caminhando até o lado do garoto Natsu pega sua cabeça e a junta no corpo tocando-lhe a testa. Oblisk se assusta ao ver o menino começar a reviver... porém este não tinha mais as feições de antes, estas lavada em puro ódio e magoa por aquele que lhe infligiu sua morte e a de sua mãe.
-Como? Como?-Oblisk se perguntava.
Natsu sorri exclamando: ...
_ oblisk! Por acaso se esqueceu de quem pertence esse corpo e alma?
_ mas natsu-sama... o contrato não deveria ter se rompido elo fato dele não ter tido os 50 nos?
_ tudo é questão de escolha oblisk! E a dele foi simplesmente...” não ficar mais sozinho!”
Oblisk com um olhar tristonho vê o corpo do garoto se fundir a natsu que desapontado disfarçava a raiva de não ter sua desejada alma por completo.
_ é realmente não podemos enganar o barqueiro... se bem que...
_ natsu-sama??
_venha oblisk! Já tenho tudo o que queria aqui! Na verdade mais do que desejava!
Oblisk o olhava partir pensando com com sigo mesmo...
“ até que ponto natsu-sama! Até que ponto pretende enganar aos deuses e a si mesmo?
No fim , será mesmo que o que mais desejas não seria sua própria morte? “
_ AI AI!! Que problemático! “ NATSU_SAMA !!! ME ESPERE!!!
Por isso sempre serei eu a portadora de todo o equilíbrio!”“
(Alexiel no Tenshi)
“Camélia?”
Uma fria e calma voz reverberou pelo cenário morto da dimensão sombria, ser de longos e vermelhos cabelos, que lhe caiam soltos até a cintura, usando como veste apenas um manto negro com feches dourados, chamando por sua serviçal.
-Sim sempai?-responde uma linda menina que aos olhos humanos não devia ter mais que 11 anos, com longos cabelos brancos e olhar cinzento este meigos e frios fitando alexiel.
-Já lhe fez o que foi mandando?- A morte pergunta para sua foice.
-Já estou a caminho mestre. -a foice lhe responde.
-Tenha certeza da morte da criança, pois se não será de você que eles descontarão a falta de mais uma alma no submundo.
Engolindo em seco a menina assente e levanta suas mãos do alto cai uma gigantesca foice e está encaminha-se na direção da criança que não se mexia apenas apertava os punhos em revolta.
Com um sorriso meigo e frio em seus lábios, a menina se encaminha lentamente até ele sussurrando lentamente com sua voz angelical e doce.
-Hora de saber seu lugar mortal...
A mesma erguendo a grande foice, um tanto intrigada pela criança nada fazer ou agir, olhando-o com desconfiança ela para a foice no meio de caminho.
-O que foi? Não vai clamar pela sua vida?
Ela não segurou a pergunta que lhe escapou aos lábios.
Fazendo que não mordendo os lábios revoltada a criança olha para a serva da morte em dentes cerrados cospe a frase.
-E que Sentido ah de viver agora que me tiraram o que eu tinha? Vocês me tomaram não uma, e sim duas vezes minha única razão de existir... Que sentido ah em viver ou morrer, se nada terei a dividir com alguém.
Com um sorriso de frio e irônico ela levanta a foice mais ainda.
-Bem que assim seja.
Descendo a foice com tudo ela grita com sua face mudada agora esta estava transfigurada em êxtase pela morte da criança.
-Conheça o beijo de minha mestra! Morra impertinente mortal!
Ates que a foice chegasse nele a criança murmura.
-Perdão mãe não consegui o meu objetivo, porém espero que logo nos encontremos, no inferno. ou não...
Em um grito quando a foice desce nele cortando sua cabeça:
-NATSU-SAMA!
Brasil, São Paulo - Tempos Atuais.
Deitado na cama cochilando um rapaz alto de negros cabelos, é acordado pelo grito ouvido em sua cabeça.
“NATSU-SAMA”
-Hum... É realmente meu nome?entendo... então ele já buscou a criança...
Um demônio um tanto estranho vocês já devem saber de quem se trata ninha correndo pulando.
-Natsu-sama! Natsu-sama! Preciso lhe falar _ ele gritava atrás da porta do quarto._ O barqueiro Natsu-sama Ele esta vindo!
Com um sinal de sua mão a porta do quarto se escancara e como o demônio se apoiava nesta cai de cara no chão e se levanta massageando o nariz.
-ai...
-assim está melhor... Calado... ui nem assim é mais bonito...-disse o Demônio classe S implicando com ele.
-Natsu-sama não é tempo para isso...o que faremos? Sabe que é impossível se esconder do Barqueiro. E sabemos muito bem quem será o próximo.
Pegando o demônio pelo colarinho da camisa que este usava arremessa-o para cima da cama.
-Oblisk está tudo bem! Relaxa.
Chegando mais perto do pequeno demônio que ali estava, ele passava a mão na cabeça do mesmo e sorria.
-está tudo bem, não é mesmo Oblisk?
Sem graça e com medo o demônio olha submisso dizendo:
-É Lucas... Meu nome humano.
Com uma sobrancelha erguida natsu o encara.
-Tanto faz... -ainda sorrindo.
Se encolhendo, pois se seu mestre era temido de forma raivosa, sorrindo então este era mais assustador.
-sim mestre... meio sem jeito pois era a primeira vez que o falava seu nome mortal.
Ao chegarem na vila onde mãe e criança morava, eles tampam o nariz pelo cheiro forte de sangue que emanava dali.
A mãe tinha a face uma assustadora careta de quem morrera de susto, suas faces estavam torcidas em lamento.
Já a criança não teve fim melhor, esta jazia em uma poça de sangue sua cabeça longe do corpo.
-nossa que sujeira... Gostaria de saber se não teriam errado a profissão!
Olhando-o sem entender Oblisk pergunta por que Natsu-sama
- o mesmo olha sorrindo e diz que isso ta mais para serviço de açougueiro!
_ como pode fazer piadinhas? Isso parece um massacre mestre!
-caminhando até o lado do garoto Natsu pega sua cabeça e a junta no corpo tocando-lhe a testa. Oblisk se assusta ao ver o menino começar a reviver... porém este não tinha mais as feições de antes, estas lavada em puro ódio e magoa por aquele que lhe infligiu sua morte e a de sua mãe.
-Como? Como?-Oblisk se perguntava.
Natsu sorri exclamando: ...
_ oblisk! Por acaso se esqueceu de quem pertence esse corpo e alma?
_ mas natsu-sama... o contrato não deveria ter se rompido elo fato dele não ter tido os 50 nos?
_ tudo é questão de escolha oblisk! E a dele foi simplesmente...” não ficar mais sozinho!”
Oblisk com um olhar tristonho vê o corpo do garoto se fundir a natsu que desapontado disfarçava a raiva de não ter sua desejada alma por completo.
_ é realmente não podemos enganar o barqueiro... se bem que...
_ natsu-sama??
_venha oblisk! Já tenho tudo o que queria aqui! Na verdade mais do que desejava!
Oblisk o olhava partir pensando com com sigo mesmo...
“ até que ponto natsu-sama! Até que ponto pretende enganar aos deuses e a si mesmo?
No fim , será mesmo que o que mais desejas não seria sua própria morte? “
_ AI AI!! Que problemático! “ NATSU_SAMA !!! ME ESPERE!!!
Capitulo IV " O nascer da morte"
“Não a alegria em se despedaçar aqui! Mesmo que não exista sua dor, durarão milênios! E seu pranto será tão eterno quanto meu nome!”
§MORTE§
(Alexiel No Tenshi)
§MORTE§
(Alexiel No Tenshi)
Que doce perfume... Sinto-me estranho...O que sou? O que é esse peso que movimento?
O que é essa sensação que me acarreta entre os braços?
-alexiel... Alexiel... Ouça-me. - a voz quente sussurrava.
“Ouvir? O que seria isso?” perguntava-se mentalmente o elemento...
Quem me fala? O que sou? O que queres de mim...
- alexiel... -voltava a repetir
- sim... O que queres?-eu perguntava.
Hunm...
Piscando de volta a realidade ela se vê em seu caminho tão bem conhecido de tantas vezes percorrido. Ao seu lado a mulher que ousara infligir às regras e voltara para o mundo humano, “quem a ajudou?”... Impaciente se volta para a mesma olhando-a.
-de o nome!- sabia que tinha sido um contratante, e tinha suas suspeitas maiores, porém não poderia ainda nada confirmar.
Encolhida a mulher nada dizia.
Olhando-a com desprezo, levava a foice ao pescoço da mulher enquanto um meio sorriso se fazia visto um sorriso maldoso, não gostava de sujar sua foice à toa mais àquela mulher lhe causara problemas demais.
_ você a teme? Minha foice?
A mulher tremula e apavorada ficava sem reação diante de tamanha frieza e indiferença.
_ sim, por favor, não me machuque! Eu... Eu... EU NÃO SEIII!
Seu sorriso maldoso se abria mais ao ver o desespero da mesma, olhando-a se abaixando e ficava face a face com a mulher tocando-a nos cabelos puxava-os com força.
-pobrezinha... Está com medo? Não era bom impor tal sentimento a sua família?
Gemendo em dor a mulher gritava “não era”
Rindo baixo ela puxa com mais força.
-não? Hunm... Quer sentir mais dor?- perguntava com voz rouca, a voz de que já matou... Ou de quem e responsável pelo fenômeno “morte”.
-não, por favor!-a mulher gritou de volta.
Lambendo o rosto da mulher sussurra em seu ouvido:
-diga-me quem lhe tirou de meu rebanho?
-Eu não sei!-ela disse entre soluços e arquejos de dor enquanto tentava se afastar.
Olhava em seus olhos com um olhar de prazer pelo que se acontecia...
_ sabes o que acontece com aqueles que morrem pela segunda vez?
A mulher a olhava entre lagrimas sem resposta.
_ almas que vem a essa dimensão já não tem mais corpos! Por isso, se vieres a morrer aqui... Não haverá caminho se não a destruição total. Tens certeza que desejas esse fim?
Não a alegria em se despedaçar aqui! Mesmo que não exista sua dor, durarão milênios! E seu pranto será tão eterno quanto meu nome!
-Não... Mas digo-lhe a verdade! Nada sei!-ela ainda repetia.
Batendo no joelho em frustração a morte se ergue e a puxa pelos cabelos levantando-a com tudo com a outra mão erguia a foice.
-ta bom! Eu digo.
A foice para.
Eu... Eu. Nada sei a não ser aquilo.
_ aquilo? _arqueando uma sobrancelha prestando-lhe mais atenção.
Tentando se livrar da mão que lhe puxava os cabelos a mulher olha em seus olhos.
-sim, cabelos até os ombros das cores de um céu em eclipse.
-Hunm... Já é o bastante! Suma da minha frente! Ande!
A jovem se levantava depressa indo à direção ao barco quando...
Um estalo é ouvido e logo em seguida um estampido oco, a mulher cai de joelhos no chão enlameado atrás dela Alexiel segurava Ebony, sua pistola espiritual.
-Eu disse para sumir... Estalando seu dedos a mesma faz com que o corpo se dissipe evaporando ao ar!
- não gosto que corpos imundos manchem o meu jardim!
Virando-se ela caminha e direção oposta ao barco rumo a sua carruagem.
E agora... Você!
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