quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Capitulo III

(a morte e a criança)

“Pobre alma”... “Esperes que já estou a caminho”
(Alexiel Tenshi)




                                          Quem passasse na periferia de Nova Tiête, certamente ouviria os gritos da criança que vinha da cozinha.

_ não mãe! Não mãe!-um menino gritava.
Olhando-o segurando ele pelo braço ela o machucava enquanto dizia.
_ garoto idiota! Cadê o meu dinheiro?
Filho de pais pobres o jovem Lukas, o rapaz que o demônio fizera o pacto, tinha que encarar as ruas como limpador de pára-brisa para ganhar o dinheiro para sua mãe miserável gastar em bebida.
_ não consegui mãe! Desculpe-me. - ele implorava enquanto o aperto aumentara.
A mãe irritada segurava seu filho pelo braço o empurrando frente à parede retirando sua cinta dizendo...
_ ira apanhar até sair sangue! Só assim aprendera a conseguir o dinheiro pra mim!
_ não mãe! Não por favor! Mãe!-ele gritava encolhido
_ seu... _parava do nada, ao sentir uma espécie de frio consumir sua força, e logo em seguida a ver um vulto dizendo.
_Oh... Vejo que a morte não corrigiu seus erros... -uma voz fria murmurou, era indistinguível, não podia dizer se era de mulher ou de homem.
Assustada a mulher encara o vulto perguntando.
_ quem é você? Como entrou na minha casa?
_Humanos triste... Preferem à dor a ter liberdade... Ganham forçadamente novas chances mais se prendem sempre a velhos atos. -o vulto dizia enquanto se aproximando mais.
_ quem é você? Como entrou aqui? FALE!-a mulher gritou ao vulto
- humana débil... Esquece-se que não existe retorno do caminho da morte.
A jovem sem entender começa a correr se vendo cercada por uma jovem e de aparente doçura que diz...
_ não, não! Seja uma boa menina! Rsrs...
O pequeno garotinho se projeta na frente da mãe clamando:
_Deixem a em paz! Por favor! Deixem a minha mãe ir!
O vulto o pega pelo braço o lançando longe sem consideração alguma.
_ garoto impertinente! Deixe-me restaurar o equilíbrio e depois acertarei as contas com você e seu mestre!
O garoto volta a sua frente segurando em sua perna com força exclamando!
 “Se afaste! Não a deixarei levar minha mãe de novo! NÃO A SENTIDO EM EXISTIR SEM ELA AQUI!”

_ ENTÂO MORRA! A morte o segura pelo pescoço começando a esganá-lo quando vê em seus olhos um pequeno pigmentar vermelho e o lançando a parede fecha-se o rosto dando um leve sorriso irônico.
Então foi por isso! Vejo que esse demônio não é tão burro assim.
_ um toque... Somente um toque e todo o equilíbrio se restaurarão...
_ maeeeeeee!
A morte levantava a jovem olhando em seus olhos com um tom frio e sem alma...
_ “como desejas ver a morte?”.
Olhando a mulher sente seu corpo e sua alma repartirem contra a sua vontade...
_ me poupe, por favor! Tenhas misericórdia de mim!
_ misericórdia? O que serias esse sentimento?
_ serás o mesmo que teve agora com seu filho? Não...
Se aproximando de seu rosto a morte a beija devagar lhe retirando a vida com um sorriso sem rosto... Humana que regrediu do caminho das sombras... Agora chegou a horas de voltares comigo e descobrir o porquê do nome que se intitula “inferno”

_ mãe! O menino sentia seu corpo queimar em uma longa e intensa fúria. A morte sentindo tal energia solta o corpo da mulher jaz morta e se aproxima diretamente do menino que agora já constituem seus olhos todos brancos com um pequeno circulo amarelado e cabelos faiscados. Minha mãe...
_ imperdoável. Tão promissor já comprometido... No entanto... Será preocupante tal poder em um só demônio. Camélia...
_ sim sempai!
_ cuide ao menos de exterminar essa criança. Não quero que mais poder venha a aquele demônio!
_ sim sempai!
Com um leve movimento a morte desaparece em seu opala levando com sigo a alma da mulher fugitiva para o rio das almas... “Espero que o fluxo se restaure mesmo com todo esse movimento”

_ Natsu...
_ Natsu-sama! 

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