terça-feira, 20 de dezembro de 2011

" disculpas "

- venho escrever esse top para pedir disculpas a voces e me espricar o motivo para meu sumiço repentino.
que durante esse tempo estive meio atarefado escrevendo mais tres obras que em breve postarei para voces.
estas se tratam de " kuronaya " , " paraboras de borboletas" e "tardes de outono."
- espero realmente que me perdoem e que apreciem os proximos capitulos que irei postar pois como disculpas estarei adiantando ao maximo o livro " selos."
 que esta entrando no que eu considero a parte mais marcante e reviradora de toda a historia.

-Desejo a todos voces boas festas e que tenham um otimo final de ano.

                                                                        Bjs.
                                                                              By. Nakatsu.

" ainda que nossos corpos padeção. que nossos sonhos vivam tempo bastante para se tornarem " eternos".

Capitulo V " O SELO "

“A vida existe para seguir seu curso”. Nasci para controlar os destinos de todos vivos. Cabe a mim e somente a mim a decisão de quando e aonde se chegara o fim!
Por isso sempre serei eu a portadora de todo o equilíbrio!”“

(Alexiel no Tenshi)


“Camélia?”
           
 Uma fria e calma voz reverberou pelo cenário morto da dimensão sombria, ser de longos e vermelhos cabelos, que lhe caiam soltos até a cintura, usando como veste apenas um manto negro com feches dourados, chamando por sua serviçal.
-Sim sempai?-responde uma linda menina que aos olhos humanos não devia ter mais que 11 anos, com longos cabelos brancos e olhar cinzento este meigos e frios fitando alexiel.
-Já lhe fez o que foi mandando?- A morte pergunta para sua foice.
-Já estou a caminho mestre. -a foice lhe responde.
-Tenha certeza da morte da criança, pois se não será de você que eles descontarão a falta de mais uma alma no submundo.
Engolindo em seco a menina assente e levanta suas mãos do alto cai uma gigantesca foice e está encaminha-se na direção da criança que não se mexia apenas apertava os punhos em revolta.
Com um sorriso meigo e frio em seus lábios, a menina se encaminha lentamente até ele sussurrando lentamente com sua voz angelical e doce.
-Hora de saber seu lugar mortal...
A mesma erguendo a grande foice, um tanto intrigada pela criança nada fazer ou agir, olhando-o com desconfiança ela para a foice no meio de caminho.
-O que foi? Não vai clamar pela sua vida?
Ela não segurou a pergunta que lhe escapou aos lábios.
Fazendo que não mordendo os lábios revoltada a criança olha para a serva da morte em dentes cerrados cospe a frase.
-E que Sentido ah de viver agora que me tiraram o que eu tinha? Vocês me tomaram não uma, e sim duas vezes minha única razão de existir... Que sentido ah em viver ou morrer, se nada terei a dividir com alguém.
Com um sorriso de frio e irônico ela levanta a foice mais ainda.
-Bem que assim seja.
Descendo a foice com tudo ela grita com sua face mudada agora esta estava transfigurada em êxtase pela morte da criança.
-Conheça o beijo de minha mestra! Morra impertinente mortal!
Ates que a foice chegasse nele  a criança murmura.
-Perdão mãe não consegui o meu objetivo, porém espero que logo nos encontremos, no inferno. ou não...
Em um grito quando a foice desce nele cortando sua cabeça:
-NATSU-SAMA!

Brasil, São Paulo - Tempos Atuais.

Deitado na cama cochilando um rapaz alto de negros cabelos, é acordado pelo grito ouvido em sua cabeça.
“NATSU-SAMA”
-Hum... É realmente meu nome?entendo... então ele já buscou a criança...
Um demônio um tanto estranho vocês já devem saber de quem se trata ninha correndo pulando.
-Natsu-sama! Natsu-sama! Preciso lhe falar _ ele gritava atrás da porta do quarto._ O barqueiro Natsu-sama Ele esta vindo!
Com um sinal de sua mão a porta do quarto se escancara e como o demônio se apoiava nesta cai de cara no chão e se levanta massageando o nariz.
-ai...
-assim está melhor... Calado... ui nem assim é mais bonito...-disse o Demônio classe S implicando com ele.
-Natsu-sama não é tempo para isso...o que faremos? Sabe que é impossível se esconder do Barqueiro. E sabemos muito bem quem será o próximo.
Pegando o demônio pelo colarinho da camisa que este usava arremessa-o para cima da cama.
-Oblisk está tudo bem! Relaxa.
Chegando mais perto do pequeno demônio que ali estava, ele passava a mão na cabeça do mesmo e sorria.
-está tudo bem, não é mesmo Oblisk?
Sem graça e com medo o demônio olha submisso dizendo:
-É Lucas... Meu nome humano.
Com uma sobrancelha erguida natsu o encara.
-Tanto faz... -ainda sorrindo.
Se encolhendo, pois se seu mestre era temido de forma raivosa, sorrindo então este era mais assustador.
-sim mestre... meio sem jeito pois era a primeira vez que o falava seu nome mortal.
Ao chegarem na vila onde mãe e criança morava, eles tampam o nariz pelo cheiro forte de sangue que emanava dali.
A mãe tinha a face uma assustadora careta de quem morrera de susto, suas faces estavam torcidas em lamento.
Já a criança não teve fim melhor, esta jazia em uma poça de sangue sua cabeça longe do corpo.
-nossa que sujeira... Gostaria de saber se não teriam errado a profissão!
Olhando-o sem entender Oblisk pergunta por que Natsu-sama
- o mesmo olha sorrindo e diz que isso ta mais para serviço de açougueiro!
_ como pode fazer piadinhas? Isso parece um massacre mestre!
-caminhando até o lado do garoto Natsu pega sua cabeça e a junta no corpo tocando-lhe a testa. Oblisk se assusta ao ver o menino começar a reviver... porém este não tinha mais as feições de antes, estas lavada em puro ódio e magoa por aquele que lhe infligiu sua morte e a de sua mãe.
-Como? Como?-Oblisk se perguntava.
Natsu sorri exclamando: ...
_ oblisk! Por acaso se esqueceu de quem pertence esse corpo e alma?
_ mas natsu-sama... o contrato não deveria ter se rompido elo fato dele não ter tido os 50 nos?
_ tudo é questão de escolha oblisk! E a dele foi simplesmente...” não ficar mais sozinho!”
Oblisk com um olhar tristonho vê o corpo do garoto se fundir a natsu que desapontado disfarçava a raiva de não ter sua desejada alma por completo.
_ é realmente não podemos enganar o barqueiro... se bem que...
_ natsu-sama??
_venha oblisk! Já tenho tudo o que queria aqui! Na verdade mais do que desejava!
Oblisk o olhava partir pensando com com sigo mesmo...
“ até que ponto natsu-sama! Até que ponto pretende enganar aos deuses e a si mesmo?
  No fim , será mesmo que o que mais desejas não seria sua própria morte? “
_ AI AI!! Que problemático! “ NATSU_SAMA !!! ME ESPERE!!!

Capitulo IV " O nascer da morte"

    “Não a alegria em se despedaçar aqui! Mesmo que não exista sua dor, durarão milênios! E seu pranto será tão eterno quanto meu nome!”
§MORTE§

(Alexiel No Tenshi)


 Que doce perfume... Sinto-me estranho...O que sou? O que é esse peso que movimento?
O que é essa sensação que me acarreta entre os braços?
-alexiel... Alexiel... Ouça-me. - a voz quente sussurrava.
“Ouvir? O que seria isso?” perguntava-se mentalmente o elemento...
Quem me fala? O que sou? O que queres de mim...
- alexiel... -voltava a repetir
- sim... O que queres?-eu perguntava.

Hunm...
Piscando de volta a realidade ela se vê em seu caminho tão bem conhecido de tantas vezes percorrido. Ao seu lado a mulher que ousara infligir às regras e voltara para o mundo humano, “quem a ajudou?”... Impaciente se volta para a mesma olhando-a.
-de o nome!- sabia que tinha sido um contratante, e tinha suas suspeitas maiores, porém não poderia ainda nada confirmar.
Encolhida a mulher nada dizia.
Olhando-a com desprezo, levava a foice ao pescoço da mulher enquanto um meio sorriso se fazia visto um sorriso maldoso, não gostava de sujar sua foice à toa mais àquela mulher lhe causara problemas demais.
_ você a teme? Minha foice?
A mulher tremula e apavorada ficava sem reação diante de tamanha frieza e indiferença.
_ sim, por favor, não me machuque! Eu... Eu... EU NÃO SEIII!
Seu sorriso maldoso se abria mais ao ver o desespero da mesma, olhando-a se abaixando e ficava face a face com a mulher tocando-a nos cabelos puxava-os com força.
-pobrezinha... Está com medo? Não era bom impor tal sentimento a sua família?
Gemendo em dor a mulher gritava “não era”
Rindo baixo ela puxa com mais força.
-não? Hunm... Quer sentir mais dor?- perguntava com voz rouca, a voz de que já matou... Ou de quem e responsável pelo fenômeno “morte”.
-não, por favor!-a mulher gritou de volta.
Lambendo o rosto da mulher sussurra em seu ouvido:
-diga-me quem lhe tirou de meu rebanho?
-Eu não sei!-ela disse entre soluços e arquejos de dor enquanto tentava se afastar.
Olhava em seus olhos com um olhar de prazer pelo que se acontecia...
_ sabes o que acontece com aqueles que morrem pela segunda vez?
A mulher a olhava entre lagrimas sem resposta.
_ almas que vem a essa dimensão já não tem mais corpos! Por isso, se vieres a morrer aqui... Não haverá caminho se não a destruição total. Tens certeza que desejas esse fim?
Não a alegria em se despedaçar aqui! Mesmo que não exista sua dor, durarão milênios! E seu pranto será tão eterno quanto meu nome!
-Não... Mas digo-lhe a verdade! Nada sei!-ela ainda repetia.
Batendo no joelho em frustração a morte se ergue e a puxa pelos cabelos levantando-a com tudo com a outra mão erguia a foice.
-ta bom! Eu digo.
A foice para.
Eu... Eu. Nada sei a não ser aquilo.
_ aquilo? _arqueando uma sobrancelha prestando-lhe mais atenção.
Tentando se livrar da mão que lhe puxava os cabelos a mulher olha em seus olhos.
-sim, cabelos até os ombros das cores de um céu em eclipse.
-Hunm... Já é o bastante! Suma da minha frente! Ande!
A jovem se levantava depressa indo à direção ao barco quando...
Um estalo é ouvido e logo em seguida um estampido oco, a mulher cai de joelhos no chão enlameado atrás dela Alexiel segurava Ebony, sua pistola espiritual.
-Eu disse para sumir... Estalando seu dedos a mesma faz com que o corpo se dissipe evaporando ao ar! 
- não gosto que corpos imundos manchem o meu jardim!
Virando-se ela caminha e direção oposta ao barco rumo a sua carruagem.
E agora... Você!

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Capitulo III

(a morte e a criança)

“Pobre alma”... “Esperes que já estou a caminho”
(Alexiel Tenshi)




                                          Quem passasse na periferia de Nova Tiête, certamente ouviria os gritos da criança que vinha da cozinha.

_ não mãe! Não mãe!-um menino gritava.
Olhando-o segurando ele pelo braço ela o machucava enquanto dizia.
_ garoto idiota! Cadê o meu dinheiro?
Filho de pais pobres o jovem Lukas, o rapaz que o demônio fizera o pacto, tinha que encarar as ruas como limpador de pára-brisa para ganhar o dinheiro para sua mãe miserável gastar em bebida.
_ não consegui mãe! Desculpe-me. - ele implorava enquanto o aperto aumentara.
A mãe irritada segurava seu filho pelo braço o empurrando frente à parede retirando sua cinta dizendo...
_ ira apanhar até sair sangue! Só assim aprendera a conseguir o dinheiro pra mim!
_ não mãe! Não por favor! Mãe!-ele gritava encolhido
_ seu... _parava do nada, ao sentir uma espécie de frio consumir sua força, e logo em seguida a ver um vulto dizendo.
_Oh... Vejo que a morte não corrigiu seus erros... -uma voz fria murmurou, era indistinguível, não podia dizer se era de mulher ou de homem.
Assustada a mulher encara o vulto perguntando.
_ quem é você? Como entrou na minha casa?
_Humanos triste... Preferem à dor a ter liberdade... Ganham forçadamente novas chances mais se prendem sempre a velhos atos. -o vulto dizia enquanto se aproximando mais.
_ quem é você? Como entrou aqui? FALE!-a mulher gritou ao vulto
- humana débil... Esquece-se que não existe retorno do caminho da morte.
A jovem sem entender começa a correr se vendo cercada por uma jovem e de aparente doçura que diz...
_ não, não! Seja uma boa menina! Rsrs...
O pequeno garotinho se projeta na frente da mãe clamando:
_Deixem a em paz! Por favor! Deixem a minha mãe ir!
O vulto o pega pelo braço o lançando longe sem consideração alguma.
_ garoto impertinente! Deixe-me restaurar o equilíbrio e depois acertarei as contas com você e seu mestre!
O garoto volta a sua frente segurando em sua perna com força exclamando!
 “Se afaste! Não a deixarei levar minha mãe de novo! NÃO A SENTIDO EM EXISTIR SEM ELA AQUI!”

_ ENTÂO MORRA! A morte o segura pelo pescoço começando a esganá-lo quando vê em seus olhos um pequeno pigmentar vermelho e o lançando a parede fecha-se o rosto dando um leve sorriso irônico.
Então foi por isso! Vejo que esse demônio não é tão burro assim.
_ um toque... Somente um toque e todo o equilíbrio se restaurarão...
_ maeeeeeee!
A morte levantava a jovem olhando em seus olhos com um tom frio e sem alma...
_ “como desejas ver a morte?”.
Olhando a mulher sente seu corpo e sua alma repartirem contra a sua vontade...
_ me poupe, por favor! Tenhas misericórdia de mim!
_ misericórdia? O que serias esse sentimento?
_ serás o mesmo que teve agora com seu filho? Não...
Se aproximando de seu rosto a morte a beija devagar lhe retirando a vida com um sorriso sem rosto... Humana que regrediu do caminho das sombras... Agora chegou a horas de voltares comigo e descobrir o porquê do nome que se intitula “inferno”

_ mãe! O menino sentia seu corpo queimar em uma longa e intensa fúria. A morte sentindo tal energia solta o corpo da mulher jaz morta e se aproxima diretamente do menino que agora já constituem seus olhos todos brancos com um pequeno circulo amarelado e cabelos faiscados. Minha mãe...
_ imperdoável. Tão promissor já comprometido... No entanto... Será preocupante tal poder em um só demônio. Camélia...
_ sim sempai!
_ cuide ao menos de exterminar essa criança. Não quero que mais poder venha a aquele demônio!
_ sim sempai!
Com um leve movimento a morte desaparece em seu opala levando com sigo a alma da mulher fugitiva para o rio das almas... “Espero que o fluxo se restaure mesmo com todo esse movimento”

_ Natsu...
_ Natsu-sama! 

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Capitulo II

Capitulo II
(CAMELIAS DE SANGUE)


“Devo restaurar o equilíbrio”... “E “uma vez o feito, hei de punir aquele que difamou meu nome, esquecendo quem é o verdadeiro guardião da palavra” morte”.
[Alexiel Tenshi]




_ Sempai?
-A serva olhava para o chão em respeito ao ser que a protegia, entrando na sala que não percebeu o golpe quando este lhe chegou ao rosto.
Sendo arremessada para longe Camélia se perguntava o que aconteceu para que Alexiel-sama batesse nela.
-Por que Alexiel-Sama? O que eu fiz?- menina pergunta olhando o chão acariciando a face.
Olhando-o friamente, o ser que tinha a face coberta por um manto negro com bordas de ouro, e longos cabelos vermelhos da cor sangue ergue o tom de voz imperativo sobre a criança assustando-a.
-Camélia, responda-me? Qual é seu trabalho?
-Guardar a foice, guardar a fortaleza, e principalmente guardar as almas mestre. -ela respondeu em um fio de voz..
-pois bem... Então me diga camélia, por que uma de minhas ovelhas escapou?-o ser perguntou sua voz era calma e venenosa quase como o de uma serpente.
-Mestre... -não pode terminar a morte arremessou-a contra almas que ali estavam.
-e sabe quem foi? Em Camélia?-o ser pergunta se aproximando.
_DEMONIOS CARMELIA!  COMO OUSA DEIXAR QUE DEMÔNIOS MEDÍOCRES INVADAM A DIMENSÃO E ROUBEM UMA DE MINHAS ALMAS, QUEBRANDO O EQUILIBRIO ENTRE NASCER E O MORRER?
_ Mestre? Assustada dava um passo para traz sem entender o que Alexiel-Sama queria dizer...
Aproximava-se irado da jovem garota dando-lhe um rápido golpe a jogando longe novamente.
 _ UMA ALMA VOLTOU A VIDA E ESTAS PRESENTE NO MUNDO DOS HOMENS. -Alexiel diz respirando fundo procurando acalmar-se. - o equilíbrio foi danificado, e tudo por causa de um demônio medíocre que mal saiu das fraudas e quer brincar de Deus! E para ajudar ainda tem a lesada da minha serva que não presta nem para vigiar almas!-termina de dizer cruzando a distância entre si e a menina.
_ Perdão Alexiel-Sama! Perdão! Puna-me! Retire minha própria vida se for da sua vontade!-ela diz-se jogando aos pés da morte.
Levantava-se sem dar-lhe atenção e seguia rumo às novas almas que teria que guiar.
_São essas?-Alexiel pergunta virando-se para a criança.
 _ sim Alexiel-Sama. -ela responde.
_Hunm...

21/03, 21/03 às três horas, 22/03 acidente de moto, 23/04 pneumonia, 24/05... Hunm... Então foi está que se desgarrou...  
Afastava-se da beira do lago este com seus olhos em vermelho vivo brilhando seu manto preto em volto a suas negras asas prontas para punir aqueles que ousarem desafiar o nome sustentado por ela Alexiel Tenshi, ou A MORTE!...
Dirigindo-se a sua carruagem celestial indo rumo ao mundo humano já com um olhar severo e irritado, coisa difícil de ver uma vez que a mesma não demonstrava sentimentos...
“Quem ousa enganar a morte. Como a de se atrever a burlar as minhas leis?”
Sentada ao lado dela Camélia a via resmungar de longe encolhida temendo a sua ira. Com um ar de raiva escondido entre sua face angelical e inocente camélia fica a dizer a si mesma... “Mestra. Eu hei de me vingar por você!”

“A vida existe para seguir seu curso. Nasci para controlar os destinos dos vivos. Cabe a mim e somente a mim a decisão de quando e aonde se chegara o fim! Por isso sempre serei eu a portadora de todo o equilíbrio!”

_ pobre alma... “Esperes que estou a caminho”

Capitulo I - (segunda parte)

Capitulo I - "segunda parte."
(causa e conseqüências )






         _ natsu-sama! Natsu-sama!

_ oblisk? O que fazes no mundo mortal?

_ seu pacto. O que deu em você? Sabes que não esta em ativa. E ainda... Da forma que o fez... O que pretendes?-a voz do demônio agora com aparência humana, era de medo e alerta.

_ o que se faz um deus? E o que se faz um homem? E no que os dois pontos se unem?

_ natsu-sama? Você pretende...

_ eu decido o meu caminho oblisk, somente eu serei o responsável pelos pecados dele.

_ natsu-sama, e o barqueiro? Sabes que ele não deixara passar! Pode iludir céu e até mesmo o inferno, porem nada escapa aos olhos da morte!
Olhava-o serio deixando esvair um pouco de ira fazendo oblisk correr e se esconder na escada.
_ ousa me comparar a ele? Irado lançava um pequeno lampejo de fúria fazendo se decepa a escada.
_ perdão, perdão! Não me mate! Não me mate!
_ verme eu não vou matá-lo. Porem diga-me oblisk. “Você teme a morte?”
_ há tempos não o vemos mais... 
_ OBLISK! RESPONDA!  Você teme a morte?
_ natsu-sama… ele não é alguém a quem não se tema. Seu nome vem desde os inícios dos tempos. E suas ações ultrapassam as fronteiras do inferno e céu!
_ OBLISK!!! VC TEME A MORTE? Irritado retirando sua tão temida espada Redenção de seu braço...
_ natsu-sama...
_ me diga oblisk.
_ sim meu senhor! Até mesmo demônios temem o pavor da morte!
_ entendo. Porem... Medo, desespero, carinho. Desconheço tais sentimentos. Do pavor se nascem as lendas. E o ego é a maior das forças! Para um demônio o pior inferno é o paraíso. E para um anjo sem causa como eu, temer não é um privilegio que ostento.
_ Natsu-sama... É normal sentir medo.
_ então morreras 1000 vezes oblisk até entender que “simplesmente a morte é apenas um obstáculo a mais para a divindade.”.
_ Natsu-sama por que você se interferiu naquele contrato? Sabes que crianças não são bem vindas no inferno e que não se pode voltar após ter quebrado as regras.
_ oblisk. Não viveu o bastante no inferno para perceber?
_ o que natsu-sama?
_ rsrs. A pior das torturas é meramente a “solidão”

_ mestre... Engolia o choro sussurrando. “Sabes que ele vira atrás do garoto e consequentemente de você também”. O que ira ganhar com tudo isso?
_ oblisk. Simplesmente não se pode tomar o céu ou o inferno, sem abraçar a morte antes.

sábado, 24 de setembro de 2011

Sellos. - Capitulo 1


Capitulo i
(O desejo escondido)

Do pavor se nascem as lendas. E o ego é sempre será a maior das forças!
(Nakatsu Kiray)

Brasil – tempos atuais.




             _ oh meu deus do céu. Por que me ignoras e se esqueces de mim?
Atenda essa pobre alma... Por favor, meu pai... hum?

_ creio que ele não ira atender tal pedido. - uma voz soou da escuridão, aproximando-se até a luz do quarto ele fita a criança ajoelhada no chão.

_ quem é você?-o menino pergunta entre assustado, e curioso.

-Natsuki Kiray...–a voz era firme e seu tom baixo quase rouco, penetrava na alma da criança, arrepiando-a. - Natsuki kiray, vim atender suas preces.

O menino se levantava rapidamente da cama sorridente percorrendo seu quarto até próximo à porta aonde o demônio se encostava à parede com as pernas cruzadas o abraçando agradecendo.
-Obrigado senhor Natsuki! Obrigado por vir enxugar minhas lagrimas. -ele dizia agarrado ao sobretudo de feixes prateados de Natsuki.
O demônio se espantava porem sorria ironicamente perguntando...
_ tens certezas de que ela vale tanto assim? 
_ traga-a, por favor! Traga! Ela é tudo que peço.
O demônio sorria insistindo novamente.
_ ela vale tanto assim? Mesmo te batendo, deixando-o passar fome, maltratando... Ainda a queres?
O menino deixava cair uma lagrima e se gesticulava...
               _ mas senhor... Mas... Mas...
_ ela é minha mãe! Sei que ela só o fazia pelas dificuldades que tínhamos!
“Eu sei que não vivemos dias felizes mais”... Precisamos dela aqui!
_ por favor, senhor natsu. Por favor, a devolva a mim!
Natsu ouvindo tal apelo sorri gentilmente. “Hunm...” acho que é assim no final das contas, humanos... demônios... entendo um pouco mais seus sentimentos agora.
_ este certo jovem menino! Terás seu sofrimento novamente...

O jovem demônio acariciava a cabeça do menino enquanto rasgava sua mão lhe desenhando seu emblema demoníaco no braço esquerdo supurando. Estarei sempre próximo a seu coração jovem garoto! “Agora ele me pertence”. 
O demônio seria supurava...
“Alma que atormentada estais, farei minha a sua angustia e assim da minha vontade lhe atenderei seu humilde pedido”.
Fechando os olhos colocava a sua mão esquerda no peito do menino e ao retirara trazia para si metade da alma do mesmo. Gesticulando...
_ esse será um pacto de retratação. Dar-te-ei por vida 50 anos para que curtas seu pedido.
Após esse período também... Terás que me dar o resto de sua vida. E por toda a eternidade pertencerá a mim! Viveras como parte de minha alma e assim serás livre das angustias de vida.
_ sim natsu!
O demônio se seguia às sombras lhe alertando...
_ garoto! Não se esqueça que agora sua alma é minha! Cuide bem dela. E se algo lhe ferir basta chamar meu nome... Que virei a seu chamado!

O demônio se perdia nas sombras desaparecendo lentamente na escuridão. O menino via uma voz bem calma e familiar o chamando... 
_ essa voz... Mãe!
Corria feliz ao seu encontro.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Sellos. - Prologo. (A Missão)

 “Simplesmente a morte é apenas um obstáculo a mais para a divindade.”.
(Nakatsu Kiray) 




Século XIII – Inferno












               Sentado novamente nos jardins da segunda prisão do primeiro vale, Natsuki Kiray bebe seu cálice de vinho quando ouve ressoar seu nome.
_Natsu-sama! Natsu-sama!-uma voz fina e irritante gritava.
_O que queres Oblisk?_ Seu tom era curto e grosso, mal tinha paciência para aquele demônio classe d que ousava lhe dar conselhos.
_Me perdoe Mestre Natsu _ O demônio suava tamanho medo que sentia, seu mestre detestava ser interrompido ainda mais durante o tempo em que relaxava diante de sua taça de sangue.
_Hunm... -Levantando a taça até sua visão ele abre uma espécie de sorriso sarcástico e levando a mesma aos lábios bebeu o restante do conteúdo que lá havia, porém ao ouvir a voz irritante de seu subordinado ele aperta os lábios com raiva, e em um rompante de fúria e impaciência vareja a taça para longe está batendo na parede e se estilhaçando, Oblisk já estava assustado quase desmaiou ao ver aquilo.
Se ajoelhando prestado reverencia implorando por seu perdão.
Passando pelo demônio sem lhe prestar atenção Natsu abre suas longas asas da cor do sangue e caminhando em direção ao penhasco que separava sua moradia da fortaleza infernal que pertencia ao seu mestre. Um lugar que se resumia a apenas a sofrimento e fogo incrivelmente negro e tenebroso com arvores já mortas fumaça de enxofre banhava o local a grande fortaleza negra de pedras úmidas erguia-se onipotente e soberana naquele lugar. Descendo diante da ponte ele guarda suas asas vermelhas e caminha em direção a entrada do lugar, uma porta gigantesca totalmente de bronze negro onde almas amaldiçoadas puxavam pesadas correntes para que esta se abrisse.
Ao entrar ele caminha soberano e denotando um grande respeito que seu cargo impunha, enfim as almas se encolhiam diante de sua passagem muitas delas ele mesmo trouxera para aquele lugar.

O salão era um lugar coberto de veludo negro, com estatuas grandes de gárgulas e outras imagens que assustariam humanos, porém aquele lugar era justamente para impor medo e sofrimento aos mortais. Ao chegar lá diante do trono onde se encontrava “Seu Mestre” ele se curva e ajoelha-se.
            _ mestre, o que queres?
O jovem sorria ironicamente se esforçando para se manter ajoelhado contendo forçadamente seu orgulho ouvindo o que o outro haveria de dizer...
_ Natsu...! Vejo que seu nível de contratos está em níveis impressionantes.
_obrigado mestre! Mas não foi por isso que me trouxeste aqui foi?
_não! Desejo que me tragas a alma do falso deus!
“Então os rumores estavam certos...”.
_mestre... O que desejas que eu faça?
_ desejo que se infiltre na terra, descubra seu paradeiro, o conquiste para o nosso lado.
_ele é tão forte assim?
_ o que esperas de um ser que nascido como homem pode usurpar o poder de um deus?
_ entendo...
_ o outro lado já sabe?
_provavelmente! Cuidado, pois já devem estar a nossa frente. E conhecendo-os como nos os conhecemos devem ter enviado seu melhor soldado!
_ ele?
_provavelmente!
_ Hunm... Será divertido!

Erguia-se lhe virando de costas arrogantemente partindo sem olhar para traz com uma face mais que sombria, andando lentamente pela primeira vez cruzando com seus pés e não suas asas todo o inferno na sua forma semi-humana.
Caminhava como sempre ao lado seu servo oblisk quando já quase saindo do portal do arrependimento natsu ouve o ressoar de passos...
_ o que deseja inseto?
_ oh! O jovem ficou arrogante agora que esta nessa forma humana. Esqueceu-se que estamos mesmo nível?
Natsu ria ironicamente abrindo sua mão esquerda contando... Um... Dois... Três.
Fechava e abria seus olhos por um segundo e se encontrava de frete ao ímpeto demônio com sua mão no peito do mesmo o olhando nos olhos...
Retirava sua mão lentamente trazendo com ela o coração do mesmo dizendo...
“Levarei comigo seu coração irmão”! Será a lembrança de tão insignificante vida! Que ousou me chamar de igual!
Voltava a caminhar lentamente enquanto o corpo do outro caia densamente ao chão!
_ Natsu-sama!
O jovem natsu olhava lateralmente para traz vendo a imagem de oblisk que lhe dizia...
_ o que o senhor fez?
 Rindo o mesmo segue seu caminho exclamando...
_ não existe santos no Inferno oblisk.
O mesmo via natsu atravessar as escadarias dando ao porão do castelo de Durlok. Portal para o reino do inferno. “Então é assim que se inicia sua jornada Natsuk-san”! Sorria o demônio todo animado!

Me apresentando...

-Sou Nakatsu Kuni Kiray. 
 Pelomenos é como me lembro que meus amigos chamavam por mim.
 Nasci em Londres Inglaterra. Local onde se teve origem a Minha historia.
 Não vou os dizer que o inferno é para todos. 
 Também não se iludam que é somente para os de bons corações;
 Saibam que a Própria Morte vieste bater a Minha porta.
 E com ela levou mais que a Mim ou a minha Alma.
 " Com ela também tomaste a Vida de meu Irmão!"


 Estarei Aqui postando os Selos pelo menos todas as quintas-feiras.
 Espero que gostem e se identifiquem com a minha Historia.
 Pois quando Se chega ao fim. é que descobrimos que tudo é um recomeço.